Há um instante na trajetória profissional em que, depois de quatro anos na mesma posição, a sensação de estagnação na carreira começa a se acumular. O que antes parecia uma conquista – a estabilidade, a consolidação de um conjunto de habilidades, o reconhecimento entre os colegas – agora soa como um alarme de que algo precisa mudar. Alguns até se acomodam nesse cenário e esperam que o tempo, por si só, seja suficiente para garantir uma promoção ou, no mínimo, uma oportunidade mais desafiadora. Só que a realidade costuma ser bem mais áspera: permanecer no mesmo cargo por um longo período não é necessariamente um indicativo de excelência, mas pode sinalizar que você mesmo se tornou a barreira para o próprio crescimento. Na maioria das vezes, não é o chefe que ignora o seu valor, mas você que não consegue demonstrar, de forma clara e contundente, que é indispensável para resultados mais ambiciosos da organização.










