BIM no discurso, gambiarra na prática: o autoengano que está afundando seu escritório de arquitetura

Tudo começa com um convite irrecusável. Um cliente promissor, um projeto de reforma cheio de potencial, aquela chance dourada de transformar um espaço decadente em algo digno de portfólio. E você, arquiteto ou engenheiro, aceita. Porque, afinal, quantas vezes oportunidades assim batem à porta? As plantas estão ali, o cliente entrega o dossiê com aquele ar de quem fez a lição de casa, e você pensa: “Está tudo certo. Dá pra seguir com isso.” 

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