Indústria 4.0 parece uma daquelas expressões batidas de palestra motivacional, até você cair de cara em setores como papel e celulose, químico, petroquímico, óleo e gás, e perceber que, sem o domínio de certos indicadores-chave, a chance de ficar para trás é gigantesca. A quarta revolução industrial não pede licença para entrar: ela simplesmente atropela quem insiste em tocar a gestão só na base de relatórios mensais e “feeling” gerencial. Aqui, o buraco é mais embaixo, pois estamos falando de segmentos em que as paradas não programadas custam uma fortuna, a segurança operacional não é mera formalidade e a competitividade global exige máxima eficiência, do ponto de vista de custo, qualidade e impacto ambiental. É a hora de encarar essa realidade sem amenidades: se você, como gestor de indústria de papel e celulose, química, petroquímica ou de óleo e gás, não estiver atento aos indicadores que a Indústria 4.0 colocou sobre a mesa, vai perder o jogo para quem está.










